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viajar é sonhar blog de viagens e turismo regional e no Brasil

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GASTRONOMIA


O autêntico feijão tropeiro de Minas Gerais

Veja a receita deste clássico da gastronomia mineira

A receita foi criada pelos bandeirantes paulistas, possivelmente ainda no século XVI ou XVII, que saboreavam o prato em suas travessias pelo interior do Brasil em busca de ouro e metais preciosos (Minas Gerais, principalmente)

.Ingredientes

·         150g de bacon picado em cubos

·         300g de feijão carioca cozido al dente

·         150g de linguiça de porco

·         200g a 300g de farinha de mandioca branca

·         2 cebolas médias picadas em cubos

·         7 ovos

·         1 molho cheiro verde picado

·         2 dentes de alho

·         Tempero a gosto

Modo de preparo

1.    Frite o bacon juntamente com a linguiça.

2.    Acrescente o alho e a cebola até dourar.

3.    Coloque os ovos e mexa até firmarem.

4.    Acrescente o feijão, uma pitada de sal e a farinha.

5.    Misture até aquecer.

6.    Desligue a panela e salpique o cheiro verde.

7.    Sugestão de acompanhamentos: arroz branco, couve, bife de porco e torresmo.


Aprenda a fazer o pastel de Belém mais famoso de Portugal

Confira o passo a passo do tradicional docinho de massa folhada e creme de ovos


Pastel de Belém (ou de nata) é um doce de ovos, que faz enorme sucesso em Portugal. Ali, é possível comprar o quitute em qualquer cantinho. Ir a Lisboa e não passar lá é o mesmo que vir ao Brasil e não tomar caipirinha ou comer feijoada.

A receita é herança do Mosteiro dos Jerônimos, que ficava ao lado da refinação de cana-de açúcar onde hoje funciona a loja. Com o encerramento dos conventos, em 1834, para ajudar no sustento dos ex-funcionários da casa, o docinho passou a ser vendido no comércio local.

O pastel de nata é lembrado pelo mistério que o cerca: dizem que só os monges que trabalham na confeitaria de Belém é que sabem o verdadeiro segredo para preparar o doce autêntico – e que eles não podem revelar a ninguém.

Apesar do nome, o pastel de nata não leva nata. O recheio é feito com gemas de ovo, açúcar e leite, um trio típico da confeitaria portuguesa, podendo ser aromatizado com raspas de limão ou baunilha.

PASTEL DE BELÉM

Ingredientes da massa

- 1 rolo de massa folhada

Ingredientes da calda
- 220 ml de água
- 350 g de açúcar
- Canela em pó
- Casca de 1 limão

Ingredientes do creme
- 350 ml de leite
- 100 g de farinha de trigo
- 90 g de amido de milho
- 1 ovo
- 120 g de gema

Modo de fazer
- Para fazer a calda, coloque na panela o açúcar, a canela em pó e a casca de limão em 220 ml de água. Mexa até diluir o açúcar. Leve a mistura ao fogo até levantar fervura.
- Para fazer o creme, coloque o leite em um recipiente e engrosse com a farinha de trigo e o amido de milho. Depois que o creme estiver bem misturado, leve ao fogo e mexa bem até engrossar.
- Junte a calda ao creme aos poucos, sem parar de mexer. Desligue o fogo e deixe esfriar.
- Já com o creme frio, adicione o ovo e a gema e mexa bem.
- Abra a massa folhada em uma superfície untada.
- Molhe a palma da mão e passe por toda da massa. Isso fará com que ela “grude” mais na hora de enrolar.
- Enrole a borda da massa e a corte em rolinhos de mais ou menos dois dedos de grossura. Cada rolinho será um pastel.
- Abra o rolinho na forminha de empada. Aperte bem. A massa deve ficar um pouco para fora da forma para o pastel ficar crocante.
- Coloque o creme na forma.
- Leve ao forno pré-aquecido a 300°C por 15 a 20 minutos.


Em Goiás, comer é um ato social

O estado de Goiás foi fortemente influenciado pela cozinha mineira, baiana e portuguesa, e o resultado é uma culinária bastante diversificada.

A comida carrega traços da identidade e da memória do povo goiano, tanto que a cozinha típica goiana é geralmente grande e uma das partes mais importantes da casa, por agregar ritos e hábitos do ato de fazer a comida.

Historicamente, a culinária goiana se desenvolveu carregada de influências e misturas que, em virtude da colonização e da escassez de alimentos vindos de outras capitanias, teve que buscar adaptações de acordo com a realidade local, em especial a do Cerrado.

O folclorista Bariani Ortêncio, em seu livro Cozinha goiana: histórico e receituário, resumiu essa ideia ao ressaltar essas substituições. Se não havia a batatinha inglesa, havia a mandioca e o inhame nativos, a serralha entrava no lugar do almeirão e a taioba substituía a couve.

E assim, foram introduzidos na panela goiana, o pequi, a guariroba, além dos diversos frutos do Cerrado, como o cajá-manga e a mangaba, consumidos também em sucos, compotas, geléias, doces e sorvetes.

Do fogão caipira até as mais modernas cozinhas industriais é costumeiro se ouvir falar no tradicional arroz com pequi, cujo cheiro característico anuncia de longe o cardápio da próxima refeição. O pequi, aliás, é figura tão certa na tradição goiana, quanto os cuidados ministrados àqueles que se aventuram a experimentá-lo pela primeira vez.

A quem não sabe, não se morde, nem se parte o pequi. O fruto é roído com os dentes incisivos e qualquer menção no sentido de mordê-lo pode resultar em uma boca recheada de dolorosos espinhos.

Também se inclui no cardápio típico goiano a paçoca de pilão, o peixe assado na telha e a galinhada. A galinhada, por sinal, não se resume ao frango com arroz. É mais, acompanhada de açafrão, milho e cheiro verde, rendendo uma mistura que agrada a ambos, olfato e paladar. Sem contar a infinidade de doces típicos interioranos, visto na leveza de alfenins, pastelinhos, ambrosias, entre outras guloseimas.

A pamonha

Iguaria feita à base de milho verde, a pamonha está ligada diretamente à tradição goiana. Encontrada em diversos sabores, salgados, doces, apimentados e com os mais diferentes recheios, que incluem até jiló e guariroba, a pamonha é quase unanimidade no prato do goiano, frita, cozida ou assada, especialmente em dias chuvosos.

Difícil mesmo encontrar algum goiano que não goste de comê-la e, principalmente, de fazê-la. É comum, especialmente no interior, reunir familiares e amigos para preparar caldeirões imensos da pamonhada, como forma de integração social. Homens, mulheres, crianças, jovens e adultos – todos participam. E é, em geral, coisa de amigos íntimos, ditos “de dentro de casa”.